21 05 2012 - E-mail (Área Restrita)           

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O sindicato é o agrupamento estável de várias pessoas de uma categoria, que convencionam colocar, por meio de uma organização interna, suas atividades e destina todo seu recurso, para assegurar a defesa e a representação da respectiva categoria profissional, com vistas a melhorar suas condições de vida e trabalho. O sindicato possui um fim permanente, buscando a defesa dos interesses dos próprios associados e os da própria profissão ou seguimento de trabalhadores. Constitui uma representação legal constitucional (artigo 8°, inciso III, da CF) Diz: Ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas; de todos os membros da categoria para a qual foram constituídos e que, conforme se infere do artigo 513 da CLT, possuem como prerrogativas, dentre outras, a de celebrar acordos coletivos de trabalho com empregadores, também o sindicato dos empregados assegurará a defesa e representação dessa categoria para melhorar as suas condições de trabalho. E mais, atenua a inferioridade da condição econômica e coloca o empregado em plano de igualdade com o empregador para a ação e negociação coletivas. Motivo da importância da filiação. Muitos empregados vêem na figura do empregador uma fonte de maus tratos ou de ameaça e que, para piorar as coisas, esta é considerada também por ele como um poder socialmente distante. Por conseguinte, a intervenção do sindicato potencializa sua possibilidade de êxito nas reivindicações de melhores condições de trabalho, outro motivo é a participação na medida em que através das assembléias os empregados conseguem influir nas decisões, consagrando uma idéia de democracia e eliminando as barreiras hierárquicas encontradas nas embaixadas, consulados e organismos internacionais. Também o que aduz o trabalhador é que em razão da dificuldade de reconhecimento pelo trabalho prestado no órgão em que trabalham, os trabalhadores buscam serem reconhecidos através da sua militância no sindicato, e o outro motivo é à hora do acerto de contas que busca no sindicato um forte aliado. E também os trabalhadores que são filiados e tornam-se representantes dos trabalhadores, eles encontra no sindicato uma tribuna de expressão pessoal que não teriam de outro modo. A sobrevivência do sindicato não depende só da receptividade que ele inspira na sociedade. O sindicato existe essencialmente porque cumpre uma função protetora ou defensiva do interesse dos trabalhadores, ou seus representados. A sua sobrevivência, então, depende em boa parte de essa função ser percebida como necessária pelos trabalhadores, assim como de ser bem executada pelo sindicato. Isso significa dizer que os trabalhadores vêem na figura do sindicato uma forma de fortalecimento perante o poder dominante que no nosso caso as missões Diplomáticas e Organismos Internacionais, de forma que pretendem fazer valer seus direitos por intermédio desses líderes sindicais, que irão prontamente reivindicar os anseios da categoria.

Então fortaleça seu sindicato! Clique aqui e faça sua afiliação ao sindnações.

Novo Informativo Sindnações Abril 2012

Publicado por admin Em 09 - abril - 2012 ADD COMMENTS

Informativo Ano: XIII – Nº: 45 – Abril/2012

Clique aqui para baixar: Jornal abril 2012 sindnações

Notas Circulares Número 03 e 04 de 2012

Publicado por admin Em 02 - março - 2012 ADD COMMENTS

Contribuição sindical anual / 2012, recolhimento pelas missões diplomáticas acreditadas junto ao governo brasileiro e organismos internacionais

Baixar nota número 03/2012

Baixar nota número 04/2012

Aviso sobre o funcionamento do sindicato

Publicado por admin Em 19 - dezembro - 2011 ADD COMMENTS

Por 14 votos favoráveis e dois contrários, a Comissão Especial destinada a promover estudos e proposições voltadas para a regulamentação do trabalho terceirizado no Brasil, em sessão ordinária realizada no dia 23 de novembro, aprovou o substitutivo do deputado Roberto Santiago (PSD-SP) ao PL 4.330/2004, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO). Em outras palavras, isso significa mais um avanço na investida do patronato pela ampliação da terceirização de todas as atividades, em prejuízo dos trabalhadores.

Diante disso, o Sindicato dos Bancários de Brasília e a CUT-DF conclamam todos os trabalhadores a escreverem aos parlamentares da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (para onde seguiu o projeto) e aos deputados federais em quem você votou para pedir a rejeição desse projeto de lei, que autoriza a terceirização, escancarando totalmente as portas para o aumento da jornada, a redução os salários, mais rotatividade e desrespeito questões fundamentais como saúde e segurança no trabalho.

A campanha, que incorpora uma sugestão do secretário de Organização da CUT, Jacy Afonso, prevê ainda um protesto também por e-mail contra a posição dos deputados Paulo Pereira da Silva e Roberto Santiago, que são dirigentes da Força Sindical e da UGT. Ambos deram apoio ao projeto que permitirá a precarização das relações de trabalho de milhões de trabalhadores.

“Só com uma forte mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras, dos sindicatos e da CUT iremos barrar na Câmara dos Deputados a aprovação da proposta que autoriza a terceirização de todas as atividades”, defende o secretário de Organização da CUT, Jacy Afonso, para quem é necessário organizar um amplo movimento de protesto.

“O projeto seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caso passe nessa instância, a proposta será encaminhada para votação na Câmara. Nesse momento, portanto, é para a CCJ que se devem voltar as pressões do movimento sindical e da sociedade civil para impedir que o parlamento legalize a precarização do trabalho”, aponta.

Em consonância com essa proposição, o Sindicato deu início a uma campanha contra a terceirização, exigindo a derrubada do projeto de lei. “Os bancários de Brasília estão sendo chamados a enviar mensagens eletrônicas de protesto para os integrantes da CCJ e também para os deputados da Comissão Especial de Estudos para Regulamentação da Terceirização que apoiaram o Projeto de Lei 4330, que precarizará as relações de trabalho. Entre estes parlamentares estão Paulo Pereira da Silva (do PDT) e Roberto Santiago (PSD), que são dirigentes da Força Sindical e da UGT. Temos que demonstrar nossa indignação”, explica Rodrigo Britto, presidente do Sindicato.

“A pressão sobre todos eles deve partir também de seus pares da Câmara de Deputados. Por isso, é importante que cada bancário envie manifestação contrária ao projeto de lei também ao parlamentar em que votou nas últimas eleições e às lideranças partidárias”, acrescenta Eduardo Araújo, diretor do Sindicato. Somente as bancadas do PT e do PCdoB se manifestaram contra a proposta.

“A CUT e os sindicatos exigem uma regulamentação que garanta os direitos dos trabalhadores já terceirizados e que reverta a precarização das condições de trabalho resultante do processo de terceirização”, afirma Jacy Afonso.

Veja como acessar os membros da Comissão, as lideranças partidárias, o seu deputado e os parlamentares sindicalistas que apoiaram a terceirização:

Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados

Roberto Santiago, da UGT

Paulo Pereira da Silva, da Força

Sandro Mabel, autor do projeto

Lideranças partidárias

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